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25/02/2004 15:20
Aí vão umas curiosidades sobre o beijo essa tão "sublime demonstração de carinho..... rsrsrsrrs"
Beijo
Em termos científicos, o beijo é descrito como justaposição anatômica dos dois músculos orbiculares da boca no estado de contração.
A ciência que se dedica a estudar os beijos é a filematologia.
Filemafobia ou filematofobia é o termo usado para designar o medo de beijar.
A febre gladular se dissemina principalmente pela saliva. Por isso, ela é conhecida como doença do beijo prolongado.
O livro Kama Sutra ensina vinte formas diferentes de beijar.
O beijo em números
Quando beijam, 97% das mulheres fecham os olhos. Apenas 30% dos homens fazem o mesmo.
Para beijar, o ser humano movimenta 29 músculos (doze dos lábios e dezessete da língua).
O beijo apaixonado pode significar a aplicação de uma pressão de 12 quilos sobre os lábios.
Uma pessoa troca, em média, 24 000 beijos (de todos os tipos, dos maternais aos apaixonados) ao longo de sua vida.
Um beijo pode repassar 250 vírus e bactérias diferentes. Quando se beija alguém, resíduos de sua saliva permanecem em sua boca por três dias.
Em cada beijo, os dois apaixonados trocam 9 mg de água, 0,7 g de albumina, 0,18 g de substâncias orgânicas, 0,711 mg de gorduras e 0,45 mg de sais.
Beijos no cinema
John C. Rice e May Irwin deram o primeiro beijo da história do cinema no filme The Kiss (O Beijo), de 1896.
Já a China foi o primeiro país oriental a permitir a exibição de um beijo na telona. O filme em questão se chama Two Women in The House (Duas Mulheres na Casa) e era estrelado por Mamie Lee.
O beijo mais longo já visto nas telonas foi dado por Jane Wyman e Regis Toomey no filme A Serviço de Sua Majestade, de 1941. Ele durou três minutos e cinco segundos.
Em Don Juan, filme de 1926 dirigido por Alan Crosland, o ator John Barrymore beijou 191 vezes mulheres diferentes, totalizando uma média de um beijo a cada 53 segundos.
Beijos em outras línguas
Alemão Kuß
Chinês Qin Wen
Espanhol Beso
Francês Embrasser
Grego Felia
Hebraico Neshiká
Italiano Baccio
Inglês Kiss
Japonês Kissu
Maia Tzub
Russo Potselui
Sotho Atla
Sueco Xkyss
Sumeriano Su-Ub
Tupi-guarani Pitér
Cuidado com o pescoço!
Um beijo mais afoito no pescoço pode deixar uma mancha. O sangue circula na região da pele por meio de vasos bem fragéis (chamados de capilares). Quando um dos namorados beija o pescoço do outro com mais força, provoca um aumento de pressão no local que pode romper os capilares. A mancha é formada pelo sangue que escapou e ficou preso embaixo da pele.
A marca demora cerca de uma semana para desaparecer. É o tempo necessário para reabsorver esse sangue. A mancha vai mudando de cor. De um vermelho claro, elas primeiro escurecem, depois ficam amarelas e finalmente somem. Não existe pomada que acelere o processo!
Um pouco de História
Não se sabe como surgiu o primeiro beijo da humanidade. As referências mais antigas aos beijos foram esculpidas por volta de 2.500 a.C. nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia.
Entre os persas, na Antiguidade, os homens trocavam beijos na boca. Mas só valia para pessoas do mesmo nível. Se um dos homens fosse considerado hierarquicamente inferior, o beijo deveria ser dado no rosto.
Até a segunda metade do século IV a.C., os gregos só permitiam beijos na boca entre pais e filhos, irmãos ou amigos muito próximos. O filósofo Platão declarava "sentir gozo ao beijar".
Os romanos tinham 3 tipos de beijos: o basium, trocado entre conhecidos; o osculum, dado apenas em amigos íntimos; e o suavium, que era o beijo dos amantes. Os imperadores romanos permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, enquanto os menos importantes tinham de beijar suas mãos. Os súditos podiam beijar apenas seus pés.
Para assustar seus filhos pequenos, as mães nativas da Indochina francesa ameaçavam lhe dar "um beijo de homem branco".
Em nenhuma língua celta existe a palavra "beijo".
No período da Renascença, o beijo na boca era uma forma de saudação muito comum. Na Inglaterra, ao chegar na casa de alguém, o visitante beijava o anfitrião, sua mulher, todos os filhos e até mesmo o cachorro e o gato.
Em muitas tribos africanas, os nativos reverenciavam o chefe beijando o chão que ele pisava.
Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva no final da cerimônia de casamento. Dizia-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção em forma de beijo. Depois, na festa, a noiva deveria circular entre os convidados e beijar todos os homens na boca, que em troca lhe davam algum dinheiro.
Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era um beijo do czar.
No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher que quisessem. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público naquela época era obrigado a se casar com ela imediatamente.
Beijo francês é aquele em que as línguas se entrelaçam. Também é conhecido como beijo de língua. A expressão foi criada por volta de 1920. Na França, o beijo francês é conhecido por beijo inglês.
Na linguagem dos esquimós, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Por isso, no chamado "beijo de esquimó", eles esfregam os narizes. No Nordeste brasileiro, também se usa a palavra "cheiro" no lugar de "beijo".
Em 1909, um grupo de americanos que consideravam o contato dos lábios prejudicial à saúde criou a Liga Antibeijo.
Boatos no final do século XIX atribuíam à estátua do soldado italiano Guidarello Guidarelli, obra do século XVI assinada por Tullio Lombardo, o poder de arranjar casamentos fabulosos a todas as mulheres que a beijassem. Desde então, mais de 7 milhões de bocas já tocaram a escultura em Veneza.
Por causa do chefe de polícia de Tóquio, que achava o ato de beijar sujo e indecoroso, foram apagados dos filmes norte-americanos mais de 243.840 metros de cenas de beijos.
Oliver Cromwell, no século XVII, proibiu que fossem dados beijos aos domingos na Inglaterra. Os infratores eram condenados à prisão.
Aaaargh!
"A garota injetou 1 litro de saliva na minha boca e, quando me afastei dela, tive de cuspir tudo. Foi horroroso!"
Leonardo de Caprio, falando de seu primeiro beijo, no filme O Romeu Moderno.
"Beijo é como ferro elétrico: liga em cima e esquenta embaixo".
Pára-choque de caminhão
enviada por Rodrigo
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